16 de Outubro – Dia Mundial da Alimentação

O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro.

O dia 16 de outubro marca o dia da fundação da organização das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura, em 1945.

A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura. Neste dia realizam-se muitas atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação.
Objetivos do Dia Mundial da Alimentação

Alertar para a necessidade da produção alimentar e reforçar a necessidade de parcerias a vários níveis;
Alertar para a problemática da fome, pobreza e desnutrição no mundo;
Reforçar a cooperação económica e técnica entre países em desenvolvimento;
Promover a transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento;
Encorajar a participação da população rural, na tomada de decisões que influenciem as suas condições de vida.

Em 2012 o tema central do Dia Mundial da Alimentação foi “Cooperativas agrícolas – essenciais para alimentar o mundo”.

29 de Setembro – Dia Mundial do Coração

Para reduzir esse risco, o mais importante é que as pessoas tenham vida saudável, com atividades física e alimentação adequada

No Dia Mundial do Coração, comemorado nesta segunda-feira, 29, a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (SOCERJ) lembra que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo moderno.

O diretor da Socerj, Serafim Borges, informou à Agência Brasil que entre 300 mil e 400 mil mortes ocorrem por ano no Brasil devido a doenças cardiovasculares. Elas incluem a doença isquêmica do coração, que é o infarto agudo do miocárdio, e as doenças cerebrovasculares, os chamados acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Para reduzir esse risco, Borges disse que o mais importante é que as pessoas tenham vida saudável, com atividades física e alimentação adequada. “E aqueles que já tenham doenças em desenvolvimento, como hipertensão e diabetes, deverão controlá-las melhor”. Acrescentou que outros fatores de risco controláveis são o fumo e o excesso de bebida alcoólica.

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, um em cada três brasileiros em idade adulta sofre com a pressão arterial elevada. No Brasil, a mortalidade relacionada à doença arterial coronariana oscila entre 11,3 e 2,5 óbitos por 100 mil habitantes.

O cardiologista Serafim Borges informou que a atividade física reduz em até 45% a mortalidade cardiovascular. “Ela dá, realmente, uma proteção grande”. Por isso, reiterou que é importante que as pessoas saiam do sedentarismo e tenham, dentro do possível, uma alimentação adequada, com corte de gorduras animais saturadas, evitando o que possa trazer problemas ao sistema cardiovascular.

Acrescentou que um ritmo de vida saudável pressupõe também descanso adequado, “principalmente a hora do sono, que é uma hora sagrada”. Mesmo com a vida moderna agitada, é preciso tentar arrumar um espaço para fazer essas coisas, completou. “Não pode haver desculpas do tipo estou trabalhando muito, não tenho tempo. Você tem que arrumar um tempo para o seu coração”.

Ele reconheceu que as doenças genéticas ligadas ao coração são mais complicadas e difíceis de prevenir e requerem acompanhamento especializado. Acrescentou que a atividade física dessas pessoas deve ser sempre supervisionada.

A Socerj está participando da campanha do Dia Mundial do Coração, em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Fonte: Agência Brasil

21 de Setembro – Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

O Brasil é um país com uma população total de 190.755.799 habitantes,  segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010, distribuídos por uma extensão territorial de 8.502.728,269 Km2.

O País caminha velozmente rumo a um perfil demográfico cada vez mais envelhecido, pois o índice de envelhecimento aponta para mudanças na estrutura etária da população brasileira. Em 2008, para cada grupo de 100 crianças de 0 a 14 anos, existiam 24,7 idosos de 65 anos ou mais. Em 2050, o quadro muda e para cada 100 crianças de 0 a 14 anos existirão 172,7 idosos.

Os resultados do Censo 2000 mostram que, aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresentam algum tipo de deficiência. O IBGE levou em conta que deficientes são pessoas com ao menos alguma dificuldade de enxergar, ouvir, locomover-se ou alguma deficiência física ou mental.

É importante destacar que a proporção de deficientes aumenta com a idade, passando de 4,3% nas crianças até 14 anos para 54% do total das pessoas com idade superior a 65 anos. À medida que a estrutura da população está mais envelhecida, a proporção de pessoas com deficiência aumenta, surgindo um novo elenco de demandas para atender as necessidades específicas deste grupo. Abaixo, o gráfico ilustra os números referentes à distribuição por tipo de deficiência:

Terminologias 1

Terminologias 1

Além de graves problemas de falta de acessibilidade em locais públicos e de uso comum, as pessoas com deficiência enfrentam diversas outras dificuldades:

  • – Alto custo de medicamentos e tratamentos;
  • – Discriminação e preconceito;
  • – Dificuldade em se colocar no mercado de trabalho;
  • – Ausência de escolas preparadas (pedagógica e estruturalmente) para receber crianças com deficiência e promover sua inclusão à sociedade;
  • – Alto custo de equipamentos mais sofisticados (uma cadeiras de rodas de qualidade ou um smartphone com recursos de acessibilidade para cegos e surdos, por exemplo);
  • – Grande burocracia para ter acesso a alguns benefícios, como desconto na aquisição de veículos, descontos em passagens aéreas, seguros, aposentadorias e outros;
  • – Falta de acessibilidade nos meios de comunicação e entretenimento (principalmente em websites, televisão, cinemas e teatros);
  • – Falta de treinamento das pessoas que trabalham no atendimento ao público (shoppings, aeroportos, restaurantes, bancos e outros);
  • – Falta de transporte público acessível, tanto urbano quanto intermunicipal e interestadual.

Existem muitos outros problemas além dos citados acima. Muitos deles já possuem soluções garantidas por lei, mas grande parte das pessoas com deficiência ou seus familiares desconhece este fato. Além disso, no Brasil, infelizmente, o que é de direito do cidadão tem de ser “solicitado”, enquanto deveria simplesmente ser oferecido pelo poder público e pela iniciativa privada.

Fonte: Deficiente

19 de Setembro – Dia do Ortopedista

A ortopedia é a especialidade médica que cuida das doenças e deformidades dos ossos, músculos, ligamentos, articulações, enfim, elementos relacionados ao aparelho locomotor. A traumatologia é a especialidade médica que lida com o trauma do aparelho músculo-esquelético.

No Brasil as especialidades são unificadas, recebendo o nome de “Ortopedia e Traumatologia” e também a especialidade da odontologia intitulada cirurgia e traumatologia buco maxilo facial que, por sua vez, cuida do complexo buco maxilo facial, propriamente dito. Na Fisioterapia a área de fisioterapia ortopédica é a que cuida da avaliação e tratamento das disfunções envolvendo o sistema músculo-esquelético.

Existem diversas doenças ósseas que independem do trauma, como o câncer ósseo, luxações congênitas e deformidades ósseas que necessitam de tratamento médico. As hérnias de disco, causadoras de dores intensas na coluna, podem ser operadas tanto por ortopedistas como por neurocirurgiões, dependendo de sua formação.

O aumento da velocidade de locomoção do ser humano trouxe também o trauma, considerada uma doença, ao contrário do antigo termo utilizado, que era “acidente”.

Outro importante campo de atuação da especialidade é na área do esporte, onde temos as lesões esportivas com características próprias de cada esporte em particular (um gesto, uma lesão). As lesões decorrentes das atividades esportivas envolvendo o sistema músculo-esquelético de modo geral envolvem os músculos, tendões, cápsula e ligamentos articulares e os ossos nos mais diversos graus de comprometimento, afastando o atleta de suas atividades esportivas por tempo determinado, de acordo com a gravidade da lesão.

Um acidente de trânsito terrestre, aéreo ou mesmo doméstico pode acarretar fraturas ósseas complexas, com perdas sanguíneas importantes. As fraturas podem ser “fechadas”, isto é, houve uma fratura mas a parte fraturada não se comunicou com a parte externa, sendo por isso considerada uma fratura limpa e que pode ser alinhada e mantida imobilizada com gesso. Outro tipo de fratura é a “exposta”, que ocorre quando a fratura tem alguma comunicação com o meio exterior. Um exemplo seria um fêmur fraturado que rasgasse a pele e aparecesse do lado de fora da perna.

Embora a traumatologia pareça ser o estudo de todo tipo de trauma, ela lida apenas com as lesões ósseas e musculares tendinosas dos membros superiores, inferiores, bacia e coluna. O trauma abdominal é visto pelo cirurgião geral, o trauma craniano pelo neurocirurgião, o trauma de tórax frequentemente é avaliado pelo ortopedista porém as suas complicações Hemotórax Pneumotórax são avaliados pelo cirurgião torácico ou pelo cirurgião Geral, etc. Se tiver dúvidas, doenças ou fraturas (Ossos e músculos) consulte o médico.

10 mitos comuns que minam o emagrecimento definitivo

Emagrecer é um processo que demanda força de vontade e disposição. Esses atributos, no entanto, não servem apenas para conseguir chegar ao ponto ideal da balança, mas também para contornar ideias equivocadas que costumam barrar esse progresso rumo ao corpo saudável.

Michelle Franzoni, fisioterapeuta e blogueira de fitness mais conhecida como Mimis, sabe bem quais são esses pensamentos. Depois de passar muito tempo sofrendo com o efeito sanfona e de um período de três anos de obesidade, ela conseguiu emagrecer 33 quilos em 10 meses, e hoje, aos 36 anos, mantém o peso e uma imagem de pura saúde.

Na época em que lutava para enxugar as gorduras em excesso, ela encarou os mitos que rodeiam o emagrecimento e suas consequências, assim como a maioria dos que desejam ter um corpo magro. Em entrevista dada a EXAME.com, Mimis indicou quais são essas crenças.

Mito: após conseguir emagrecer, todo voltar a comer como antes

“Esse é o maior mito ligado a dietas”, afirma a blogueira. Mas o sonho de poder voltar à rotina normal depois de perder os quilos extras não passa de ilusão, segundo ela. Sem querer desanimar ninguém, Mimis diz que é preciso manter hábitos saudáveis e uma dieta equilibrada para conseguir manter a conquista.

Isso significa que é possível comer de tudo, mas as quantidades não poderão ser as mesmas consumidas nos tempos de excesso de peso. Do contrário, o risco de voltar à estaca zero é alto.

Mito: comida é um bom consolo nos momentos difíceis

Que atire a primeira pedra aquele que nunca quis comer um chocolate (ou sua guloseima favorita) depois de um dia difícil. Recorrer à comida em um momento de tristeza ou cansaço é muito comum, mas isso não faz desse hábito algo necessariamente bom.

Apesar de representar um alívio instantâneo, descontar os problemas na comida pode engordar e causar outros problemas. Estudo recente do National Institutes of Health, nos Estados Unidos, mostrou, por exemplo, que o excesso de açúcar e de carboidratos pode intensificar a depressão.

Se alguém deprimido recorre ao doce para se acalmar, essa atitude trará muito mais prejuízo do que benefícios com o prazer momentâneo, gerando um círculo vicioso. Antes de iniciar a guinada em sua vida, Mimis passou por problemas pessoais que a levaram a um quadro depressivo, mas, em vez de buscar consolo na geladeira, procurou um psicólogo, que a ajudou a enfrentar tudo sem recorrer à gula.

Mito: gordinhos não podem fazer musculação

Já é conhecimento geral que as atividades físicas são parte essencial do processo de emagrecimento, mas ainda há mito em torno da prática de musculação para esse fim. A razão para essa confusão está na ideia equivocada de que “puxar ferro” engorda.

Esse erro surgiu pelo fato de que é possível que o peso corporal aumente com a atividade, já que musculação proporciona o aumento de massa magra (músculos), mais pesada do que gordura. No entanto, como essa atividade acelera o metabolismo, ela ajuda também a acabar com a gordura, sem falar no combate à flacidez.
Mito: após emagrecer, é possível voltar a comer como antes © Christy Thompson / Stock Xchng Mito: após emagrecer, é possível voltar a comer como antes

“Existe também a ideia de que academia não é lugar de gordinho, por ter pessoas com corpo bonito e ter espelhos para todos os lados. Eu, antes, sentia muita vergonha quando ia para a academia. É difícil, mas é necessário”, afirma Mimis.

Mito: quem está de dieta não deve comer alimentos com glúten ou lactose

Frequentemente aparece uma nova orientação sobre o que pode e o que não pode ser consumido por quem deseja emagrecer. Os vilões da moda, segundo Mimis, são o glúten e a lactose, demonizados por muita gente, mas que não apresentam risco a quem não tem intolerância.

Ela garante que não deixou de consumir alimentos com esses componentes durante os 10 meses em que perdeu mais de 30 quilos e que sua proeza se deveu à reeducação alimentar e aos exercícios.

Mito: carboidrato engorda

Essa ideia muito difundida entre os seguidores de dietas como a da proteína não passa de mito, segundo Mimis. Os carboidratos são a fonte de energia de que o corpo precisa para funcionar bem e não se deve cortar radicalmente. “Há estratégias para reduzir o carboidrato, mas ele não é um vilão”, afirma.

Em uma dieta, o mais indicado é dar prioridade aos complexos em detrimento dos simples, já que os primeiros liberam energia mais lentamente e contribuem mais para a saciedade.

Mito: existem alimentos que emagrecem

“Não existe alimento que emagrece, mas ele em si não emagrece. O alimento pode ter características que ajuda, mas não adianta comer só aquilo”, diz a blogueira. Sua crítica principal está na ideia de que basta consumir um determinado tipo de ingrediente que os problemas estarão solucionados.

No emagrecimento, para ela, não há alimento milagroso, mas sim uma dieta com exercícios e boas escolhas.

Mito: emagrecer depois dos 30 anos é impossível

A especialista é a prova viva de que a idade não é determinante para o fracasso ou sucesso de alguém nessa empreitada. Mimis reconhece que perder peso depois de determinada faixa etária pode ser mais difícil, já que o metabolismo reduz seu ritmo e a função hormonal é alterada com o tempo. No entanto, isso não significa que a perda dos quilos a mais será frustrada exclusivamente por este fator.

Mito: dieta é coisa de rico

Na tentativa de justificar sua dificuldade em fazer dieta, há pessoas que alegam ser caro demais adotar uma alimentação saudável. Para a blogueira, isso não passa de desculpa, já que é possível ter uma boa alimentação adotando substituições mais baratas, se as receitas tiverem algum ingrediente mais caro.

“Conheço histórias de pessoas que estavam desempregadas e emagreceram fazendo exercício na rua. Se não tiver como procurar uma nutricionista, existem blogs e as redes sociais para se informar”, diz.

Mito: é preciso cortar toda a gordura do cardápio

A palavra “gordura” pode até assustar, mas não precisa ser totalmente abolida do vocabulário e do cardápio de quem está de dieta. Existem alimentos ricos em gordura boa para o organismo, presente no azeite, nas castanhas e peixes como o salmão, por exemplo, que auxiliam na redução dos níveis de colesterol ruim do sangue. Isso, claro, não significa que o consumo deve ser descontrolado, para não causar problemas de saúde.

Mito: tudo que é light ou diet emagrece

“Cuidado com as pegadinhas da indústria”, alerta Mimis. Ao associar as palavras “light” e “diet” de diversos alimentos, pessoas podem jogar seu esforço de perder peso pelo ralo, pois nem tudo que tem esse rótulo faz bem ou emagrece. No final de tudo, o segredo está no controle de quantidades e de calorias, até mesmo daquilo que parece mais saudável.

Fonte: Exame