8 de agosto – Dia Nacional de Combate ao Colesterol

postagem_facebook.014pngAs doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no mundo e o fato delas serem silenciosas acaba prejudicando muitos diagnósticos. Um dos principais problemas é gerado pelas altas taxas de colesterol no organismo, que provocam derrame e infarto em casos mais graves. Para conscientizar a todos sobre isso, no dia 8 de agosto, foi instituído o Dia Nacional de Combate ao Colesterol.

Presente em quase todos os alimentos, o colesterol nem sempre é maléfico. “O colesterol se apresenta como um lipídio, sempre acoplado a lipo proteínas. Conforme a carga de colesterol que carregam, elas podem ser de dois tipos: LDL, conhecido como mau colesterol, e HDL, o famoso bom colesterol”, explica o cardiologista João Vicente de Silveira, da Unidade Anália Franco do Hospital São Luiz.

O colesterol possui funções estratégicas no organismo, como servir de matéria-prima para a produção do ácido biliar, mas seu mau consumo pose ser altamente prejudicial ao coração. O colesterol em excesso é depositado pelo organismo na parede dos vasos sanguíneos e é oxidado. Esse acúmulo pode provocar inflamação e até o rompimento das artérias.

Via Saúde Terra

 

05 de Agosto – Dia Nacional da Saúde

postagem_facebook.012pngDia 5 de Agosto é o Dia Nacional da Saúde, mas não é somente neste dia que se deve cuidar dela.

A saúde resulta de um equilíbrio físico, orgânico e mental do nosso organismo, conquistado no dia-a-dia. Esse equilíbrio é adquirido através de vários fatores, como uma boa alimentação à base de frutas, verduras, carboidratos, proteínas, pouca gordura e muita água; um bom descanso; alguma atividade física; cuidados com a higiene pessoal; horas de lazer. O cuidado com a saúde é um hábito que todos devem ter. É importante lembrar de nossa saúde diariamente!

Historia
No dia 05 de agosto, comemora-se o Dia Nacional da Saúde. A data rememora o dia do nascimento do grande sanitarista Oswaldo Cruz. Além da inestimável contribuição na erradicação de epidemias de peste, febre amarela e varíola, contribuiu para a estruturação das ações de saúde pública no Brasil, para a criação do Instituto Soroterápico Federal (hoje Fundação Oswaldo Cruz) e para a fundação da Academia Brasileira de Ciências.

No início do século XX, as grandes enfermidades que acometiam a população brasileira eram as doenças infecciosas, principalmente a febre amarela e o cólera. Quase 100 anos após a morte de Oswaldo Cruz, o panorama sanitário brasileiro teve grandes mudanças, especialmente na cidade do Rio de Janeiro onde o eminente sanitarista viveu a maior parte de sua vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disponibiliza em sua página na internet um link com o perfil da saúde de seus países membros. Eis alguns indicadores da saúde do Brasil:

Indicadores (ano 2007)

Percentual da população habitando áreas urbanas: 85%;
Expectativa de vida homens: 70 anos;
Expectativa de vida mulheres: 76 anos;
Expectativa de vida saudável: 64 anos;

Percentual de anos de vida perdidos por saúde: 25% por doenças transmissíveis, 55% por doenças não transmissíveis e 20% por acidentes.

Indicadores (ano 2000)

–    Percentual de nascimentos atendidos por pessoal da área de saúde: 97%;
–    Número de médicos por 10 mil habitantes: 12;
–    Número de enfermeiros/parteiros por 10 mil habitantes: 38;
–    Percentual de adultos masculinos obesos: 9%;
–    Percentual de adultos femininos obesos: 13%.

O Ministério da Saúde do Brasil (MS) disponibiliza informações de saúde na página do Departamento de Informática do SUS na internet (DATASUS). No endereço eletrônico é possível obter informações de saúde por região, estado e município.

Qualquer intervenção em saúde é antecedida por uma avaliação criteriosa de informações relacionadas à população, aos serviços de saúde, aos recursos humanos, entre outras. A coleta sistemática de dados é o primeiro passo para a organização de sistemas de saúde eficientes.

No Dia Nacional da Saúde, a COI celebra a memória de um dos grandes nomes da saúde pública no país e reforça a necessidade de aprimoramento contínuo dos sistemas de informação para que as ações de saúde sejam eficientes, efetivas e justas.

01 de Agosto – Dia Mundial da Amamentação

postagem_facebook.013pngO leite materno é um alimento completo. Isso significa que, até os seis meses, o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos seis meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos.
É bom que o bebê continue sendo amamentado até dois anos ou mais. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito, melhor para ele e para a mãe.

Benefícios para o bebê
– O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão do que qualquer outro leite, porque foi feito para ele.
– Funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças.
– Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho.
– A amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.
– Sugar o peito é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, ajuda a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter uma boa respiração.

Benefícios para a mãe
– Reduz o peso mais rapidamente após o parto.
– Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia de anemia após o parto.
– Reduz o risco de diabetes.
– Reduz o risco de câncer de mama e de ovário.
– Pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez nos primeiros seis meses, desde que a mãe esteja amamentando exclusivamente (a criança não recebe nenhum outro alimento) e em livre demanda (dia e noite, sempre
que o bebê quiser) e ainda não tenha menstruado.
Saiba como resolver os problemas da amamentação

Certos cuidados na amamentação podem prevenir problemas como rachaduras no bico do peito, seios empedrados e outros. Por isso é importante:

– O bebê pegar corretamente a mama.
– Lavar os mamilos apenas com água, não usar sabonetes, cremes ou pomadas. Não é necessário lavar os mamilos sempre que o bebê for mamar.
– Retirar um pouco do leite para amaciar a aréola (parte escura do peito) antes da mamada se a mama estiver muito cheia e endurecida.
– Conversar com outras mulheres (amigas, vizinhas, parentes etc.) que amamentaram bem e durante bastante tempo seus bebês.
Dificuldades na amamentação

Rachaduras no bico do peito
– As rachaduras podem ser sinal de que é preciso melhorar o jeito do bebê pegar o peito.
– Se o peito rachar, a mãe pode passar seu leite na rachadura.
– Se não houver melhora, é bom procurar ajuda no serviço de saúde.

Mamas empedradas
– Quando isso acontece, é preciso esvaziar bem as mamas.
– A mãe não deve deixar de amamentar; ao contrário, deve amamentar com frequência, sem horários fixos, inclusive à noite.
– É importante retirar um pouco de leite antes da mamada para amolecer a mama e facilitar para o bebê pegar o peito.
– Se houver piora, a mãe deve procurar ajuda no serviço de saúde.

Pouco leite
– Para manter uma boa quantidade de leite, é importante que a mãe amamente com frequência. A sucção é o maior estímulo à produção do leite: quanto mais o bebê suga, mais leite a mãe produz.
– É importante, também, dar tempo ao bebê para que ele esvazie bem o peito em cada mamada.
– Se o bebê dorme bem e está ganhando peso, o leite não está sendo pouco.
– Se a mãe achar que está com pouco leite, deve procurar orientação no serviço de saúde.

Leite fraco
– Não existe leite fraco. Todo leite materno é forte e bom. A cor do leite pode variar, mas ele nunca é fraco.
– Nem todo choro do bebê é de fome. A criança chora quando quer aconchego ou sente algum desconforto. Sabendo disso, não deixe que ideias falsas atrapalhem a amamentação.
– É importante acreditar que a mãe é capaz de alimentar o filho nos primeiros seis meses só com o seu leite.
Via Ministério da Saúde

02 de julho – Dia do Hospital

dia-do-hospitalEm 2 de julho comemora-se o Dia Nacional do Hospital, em função da inauguração da Santa Casa de Misericórdia de Santos, em São Paulo, ter ocorrido no mesmo dia no ano de 1944. A data foi criada pelo então Presidente Getúlio Vargas para homenagear todos os profissionais envolvidos no dia a dia de um hospital.  Porém, o Dia Mundial do Hospital foi instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 14 de julho, com o objetivo de que os assuntos pertinentes à área fossem debatidos anualmente pela sociedade.

A palavra hospital origina-se do latim hospitalis, que significa “ser hospitaleiro”, acolhedor.  Pesquisadores afirmam que os primeiros hospitais surgiram no Ceilão em 431 a.C.,  local onde localiza-se hoje o Sri Lanka.  Dois séculos mais tarde, foram construídos na Índia locais para recuperação dos enfermos, mas o tratamento ainda era muito relacionado com o ocultismo e de eficácia duvidosa.

Por volta de 100 a.C. os romanos introduziram na Europa instituições agora mais semelhantes aos hospitais atuais, os chamados “valetudinarium”, destinados à assistência aos feridos em guerra. A partir do século IV, surge aquele que seria o principal modelo para os hospitais modernos, as instituições comandadas pelos sacerdotes e religiosos da época, aproveitando o momento de crescimento do cristianismo. Eram mosteiros que serviam de abrigo para viajantes e pessoas pobres e doentes. Eram tratados através de plantas medicinais colhidas em seus jardins e já possuíam uma espécie de farmácia. Na Idade Média, as ordens religiosas continuaram a liderar a criação de hospitais.

Hospitais no Brasil

O primeiro a ser erguido no país foi a Santa Casa de Misericórdia de Todos os Santos, idealizado pelo explorador português Braz Cubas por volta de 1543, no antigo povoado de Enguaguaçu, hoje cidade de Santos, nome que derivou do hospital. As dificuldades no início eram grandes, pois os médicos não queriam vir trabalhar no Brasil. Com isso, os jesuítas se encarregavam de todo o atendimento, trabalhando como médicos, farmacêuticos e enfermeiros.

Atualmente, os hospitais de maior destaque no Brasil estão em São Paulo, tendo inclusive o maior complexo hospitalar da América Latina, o Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Mas a unidade mais bem equipada do país é da rede privada: o Hospital Israelita Albert Einstein, também em São Paulo, tendo sido preparado para receber pacientes vítimas de acidentes nucleares ou de guerras químicas em seu pronto-socorro.